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CELEBRITIES: Terror brasileiro, 'Morto não fala' estreia em festival canadense
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CELEBRITIES: Diretor de 'Amor à primeira mordida' morre, aos 85 anos, nos EUA

289451_full.jpgSÃO PAULO - Diretor de "Amor à primeira mordida" (1979) e "Profissão doméstico" (1983), o cineasta americano Stan Dragoti morreu na sexta-feira, aos 85 anos, em uma casa de repouso, em Los Angeles. Dragoti sucumbiu a uma série de complicações decorrentes de uma cirrugia no coração, feita há quatro anos. As informações foram dadas à imprensa americana pela última mulher dele, Yolanda.

Dragoti morreu menos famoso do que seus dois filmes mais célebres. Comédias populares com verniz de sofisticação, ambos os longas receberam também aclamação dos críticos quando foram lançados.

Oriundo do mundo da publicidade, o cineasta fez sua estreia no cinema com "O pequeno Billy" (1972), um faroeste sobre os primeiros anos de Billy the Kid, personagem interpretado no filme por Michael J. Pollard. Depois, vieram seus dois principais sucessos.

Também dirigiu Tom Hanks, em "O homem do sapato vermelho" (1985); Tony Danza e Catherine Hicks, em "Não Mexa com a Minha Filha" (1989), e Scott Bakula, em "Tirando o time de campo" (1991).

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CELEBRITIES: Em novo disco, Moacyr Luz acerta repertório e se cerca de bambas

Moacyr Luz na capa do seu disco 'Natureza e fé'.jpgRIO — Sessenta anos de idade, 40 de samba, desde o começo com o vizinho Aldir Blanc: não é fácil a vida de compositor, como diz Moacyr Luz em “Atravessado”, uma das melhores deste “Natureza e fé”. Não é mole, mas essa ralação, que inclui o convívio com outros artistas — algo que as escolas de samba parecem estar esquecendo ao cancelar as disputas de sambas-enredo —, rende dividendos, como se ouve nas composições de Moa, lapidadas pelos botequins da vida e pelas incansáveis segundas-feiras no Samba do Trabalhador, no Andaraí. (Ele, aliás, é autor de belas obras encomendadas por Paraíso do Tuiuti e Renascer de Jacarepaguá, mas a ideia de cancelar as disputas não é sua.)

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Apesar de carregar um certo encanto em sua voz arrastada, Moacyr não é o melhor dos cantores — e parece saber disso, cercando-se de canários como Teresa Cristina (“Natureza e fé”), Zélia Duncan (“Gosto”) e Fagner (excelente em “Samba em vão”), além dos parceiros Martinho da Vila (“Na ginga do amor”), Jorge Aragão (“Samba do obá”) e do brejeiro Fred Camacho em “Gostei do laiá laiá”.

Alardeada pelo próprio cantor, a sonoridade baseada no piano de Fernando Merlino soa fresca e agradável, mas não se sobrepõe à força das composições — e é assim mesmo que deve ser. O batuque incessante do samba, esse, sim, assina “Natureza e fé” do começo ao fim, ponteado por sopros e outras bossas eventuais, como na deliciosa gafieira “Chapéu Panamá”, de Wilson das Neves, e na bela “Jorge da Cavalaria”, que fecha o CD.

Cotação: Bom.

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CELEBRITIES: Sucesso da TV israelense, 'Fauda' contorna críticas e confirma nova temporada

RIO — Vizinhos quando crianças, em Jerusalém, o jornalista Avi Issacharoff e o ator e roteirista Lior Raz se reencontraram casualmente em 2010, durante uma cerimônia de formatura de jovens soldados. Relembrando suas passagens pelo serviço militar obrigatório — e suas experiências na Unidade Duvdevan, força de elite que faz operações de espionagem —, veio a ideia de criarem uma história para a televisão. Ali, nasceu “Fauda” (“caos” em árabe). Produzida pelo canal israelense Yes, ela fez sucesso instantaneamente no Oriente Médio. Pouco depois da estreia, entretanto, o Hamas chegou a emitir uma nota acusando o programa de propaganda sionista para, em seguida, em seu site oficial, colocar um link para os episódios. E “Fauda” foi ganhando território até figurar no catálogo mundial da Netflix e ser apontada pelo “The New York Times” como a melhor série internacional de 2017. Entre uma numerosa plateia eletrizada e críticas de caráter ideológico — mas que raramente atacam a qualidade do roteiro e das atuações —, ela está prestes a entrar na sua terceira temporada. Os 12 novos episódios estão em fase de desenvolvimento e as gravações acontecerão no início do ano que vem.

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A trama acompanha as atividades de uma unidade militar na Cisjordânia. Falando árabe perfeitamente, o grupo é treinado para emular o inimigo e, assim, atacar o terrorismo dentro de sua casa. Na primeira temporada, o alvo é o Hamas infiltrado na Cisjordânia, região onde o Fatah dá as cartas. Na segunda, o Estado Islâmico se soma aos oponentes do Hamas. Trata-se de uma ficção inspirada em fatos reais. A série retrata também, sem meios tons, a situação dramática dos palestinos que vivem sem um estado independente. O Duvdevan aqui foi rebatizado e se chama Mistaaravim. O protagonista é Doron Kavillio (personagem de Lior), agente afastado que na primeira temporada retoma seu posto depois de saber que um líder terrorista não morreu, como o exército israelense acreditava.

Fauda -.jpg— É tudo bem autobiográfico — atesta Lior, em entrevista por telefone, de Tel Aviv. — Também servi numa unidade secreta, e Doron é como eu quando jovem: um sujeito agitado, cheio de raiva, acha que não tem nada a perder. Como ele, sou filho de um iraquiano, falo árabe e cresci numa área rural, perto de Jerusalém. Meu pai ainda vive lá (em “Fauda”, o pai de Doron tem origem árabe e mora numa fazenda).

No início dos anos 1990, a namorada do ator foi esfaqueada e morta por um radical palestino nas ruas de Jerusalém. Ele diz que não gosta de falar dessa época. Criar “Fauda” significou remexer em muitas dessas lembranças:

— Mas não sou mais aquele cara infeliz que se parecia com Doron. E uma das razões que me moveu a escrever foi falar de coisas difíceis e perigosas.

E, quando perguntado sobre o breve período em que trabalhou nos EUA como guarda-costas de Arnold Schwarzenegger, diverte-se: “Não teve graça, eu era só um funcionário da família”.

Todo o elenco experimentou na pele os riscos por que passam seus personagens. Outro ator da série, Yaakov Zada Daniel conta que, para construir Eli, agente que interpreta, relembrou seus tempos no exército.

— Procurei antigos colegas que atuavam em espionagem — contou, por telefone. — Eli tem síndrome pós-traumática, não queria trabalhar nas atividades do grupo. Faz por obrigação, é uma figura muito angustiada. Preferiria estar com a família, criando galinhas.

Parceiro de Lior nos roteiros, Avi Issacharoff diz que “Fauda” “dramatiza o conflito, claro, é um programa de televisão”, mas, nem por isso, se afasta do realismo:

— Várias das histórias foram retiradas do meu trabalho de jornalista. Conheci filiados ao Hamas e ao Fatah. Até os nomes da maioria dos personagens é de gente conhecida: Doron e Moreno (Yuval Segall) são exemplos disso.

Avi afirma ainda que a série não edulcora o conflito no Oriente Médio:

— Minha visão de futuro é pessimista. A morte de alguns personagens na trama é a expressão dessa crença de que estamos longe de uma solução.

Lior pensa diferente:

— É difícil ser otimista diante dos fatos, verdade que a situação no Oriente Médio é complicada. Mas basta olhar para o Japão e os EUA, e a Alemanha e Israel, para crer que as pessoas podem ser amigas de novo um dia.

¨Nos bastidores, pelo menos, a harmonia sonhada já existe. O set de “Fauda” fica no vilarejo árabe-israelense de Kfar Kassem. Lá, equipe e elenco são recebidos com festa e muitas demonstrações de hospitalidade.

— Todos são fãs da série — diz Lior.

A GEOPOLÍTICA DA TRAMA

Os personagens de “Fauda” transitam num ambiente fruto de 70 anos de guerra. É preciso voltar no tempo para saber quem manda em quem, onde e por quê. Em 1967, na Guerra dos Seis Dias, Israel passou a controlar a Cisjordânia e Gaza. A Organização para Libertação da Palestina (OLP) se considerava o governo palestino no exílio. E por décadas patrocinou ataques a alvos militares israelenses, mas também civis, o que motivou grande parte do mundo a classificá-la como terrorista.

Em 1987, surgiu o Hamas, grupo religioso fundamentalista (ao contrário da OLP, que sempre foi laica) também com o objetivo de lutar contra Israel. Em 1988, Yasser Arafat, na ONU, reconheceu o Estado de Israel e anunciou a criação de um Estado independente Palestino, aderindo à solução de dois Estados na chamada Terra Santa. Mas foi só em 1994, depois dos Acordos de Oslo em 1993, que a OLP e Arafat puderam entrar em Gaza e Cisjordânia e instituir a Autoridade Nacional Palestina. Criou-se assim a situação de hoje: os palestinos são os responsáveis pela administração de suas cidades, mas o Estado Palestino jamais foi formalizado, o que permite a Israel fazer incursões militares sempre que acha necessário.

Em 2006, o Hamas, que nunca aceitou Oslo, ganhou a eleição, mas o Fatah, principal partido da antiga OLP, não aceitou o resultado. O Fatah manda na Cisjordânia, e o Hamas, em Gaza. Isso explica o que se vê em “Fauda”: as forças de Israel com trânsito mais livre com o Fatah, e o Hamas agindo nas sombras contra Israel na Cisjordânia. O que faz a segunda temporada andar é algo, porém, sem um pé na realidade: um membro do Hamas se bandeando para o Estado Islâmico, provocando a ira do Fatah, do Hamas e de Israel.

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CELEBRITIES: Roteiro perdido de Stanley Kubrick é encontrado por pesquisador

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O baú de Stanley Kubrick (1928-1999) não para de surpreender. Um dos roteiros não realizados do cineasta americano foi encontrado por um pesquisador britânico durante uma busca por detalhes da produção de “De olhos bem fechados” (1998). O texto inédito, “Burning secret”, é uma adaptação do livro homônimo do escritor austríaco Stefan Zweig (autor de “Brasil — O país do futuro”), lançado aqui com o título “Medo”.

Nathan Abrams, professor de cinema da Universidade de Bangor, no País de Gales, está escrevendo um livro sobre o derradeiro filme de Kubrick, “Eyes wide shut: Stanley Kubrick and the making of his final film”, que será lançado pela Oxford University Press no ano que vem. Foi durante as pesquisas para este trabalho que Abrams acabou sendo presenteado com o roteiro de mais de cem páginas de “Burning secret”, pelo filho de um dos antigos colaboradores do diretor.

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Já se sabia que o diretor de “2001 — Uma odisseia no espaço” estava trabalhando na adaptação do romance escrito em 1913 por Zweig, mas não se conheciam detalhes do projeto. Escrita por Kubrick em parceria com Calder Willingham, em 1956, a história acompanha uma mãe e seu filho que encontram um homem misterioso. Ele começa a tentar se aproximar do garoto, numa tentativa de seduzir sua mãe.

O roteiro traz um carimbo do departamento de roteiros da MGM datado de 24 de outubro de 1956. Kubrick havia feito um primeiro filme de guerra, que ele depois viria a rejeitar publicamente, e o seu segundo longa, o excelente “O grande golpe” (1956). No ano seguinte, provavelmente depois de ver o roteiro ser rejeitado, o cineasta e Willingham trabalhariam juntos novamente em “Glória feita de sangue” (1957), o libelo antibélico que o colocaria em contato com o ator e produtor Kirk Douglas.

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Acredita-se que a MGM cancelou o projeto porque sabia que ele estava trabalhando justamente em “Glória feita de sangue”. Mas também existe a hipótese de que o estúdio teria confidenciado a James B. Harris, habitual parceiro do diretor, que não via potencial no projeto de adaptação.

Em entrevista ao jornal britânico “The Guardian”, Abrams disse que não conseguia crer quando pegou o roteiro em mãos. “Acreditava-se que estava perdido”, disse ele. O pesquisador falou ainda que se trata de um roteiro “completo”, com “início, meio e fim”, apesar de não ser possível dizer se é a “versão final” do texto.

Abrams disse ainda que uma das razões pelas quais o projeto de filmar “Burning secret” teria sido interrompido era a natureza ousada da história, que envolvia um adultério e a sedução da criança por um adulto. Ele descreve ao jornal o filme como sendo “o inverso de ‘Lolita’”, citando a adaptação do romance homônimo de Vladimir Nabokov feita por Kubrick. Em 1956, os códigos de conduta dos estúdios de Hollywood eram bem mais rígidos do que no início dos anos 1960.

No roteiro, Kubrick e Willingham escrevem sobre a criança: “Um jovem menino de 10 anos está de pé na varanda, as mãos dadas nas costas do mesmo modo que um adulto faria... Solitário, entediado, ele brinca com um ioiô”. E sobre o homem que espreita a mãe: “É um homem muito másculo e bonito de cerca de 30 anos de idade”.

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Para o pesquisador, há material suficiente para fazer um filme, mas não há como saber se ele se encaixaria na visão de Stanley Kubrick. “Você tem que pensar que Stanley só olhava para um roteiro como um esboço, para o qual ele em seguida acrescentava todo seu expertise audiovisual”, disse Abrams em outra entrevista.

De acordo com o pesquisador, o roteiro está praticamente completo e poderia ser colocado em produção imediatamente se um cineasta quisesse.

O mesmo livro já havia sido adaptado anteriormente, em 1933, pelo cineasta austro-germânico Robert Siodmark. Curiosamente, em 1988,uma outra adaptação cinematográfica para a obra surgiu, com direção e roteiro de Andrew Birkun, de “O nome da rosa” (1986), que trabalhou como assistente de Kubrick.

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CELEBRITIES: Em ‘Natureza e fé’, Moacyr Luz faz samba que 'une as pontas'

RIO - Moacyr Luz, Fred Camacho e Pretinho da Serrinha tentavam fechar a parceria “Gostei do laiá-laiá”, mas a composição estava encruada. Fizeram uma pausa pra ver se os caminhos se abriam, depois de horas de tentativas, até que alguém disse: “E as pessoas pensam que vida de compositor é fácil”. Era a deixa pros primeiros versos de “Atravessado” (“É que essa tal difícil vida fácil/ Não é tão fácil como o mundo vê”). A canção — que Moacyr mostra no Toca no Telhado — abre o disco “Natureza e fé” (Biscoito Fino).

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— “Atravessado” acabou ficando pronta antes de “Gostei do laiá-laiá” (que também entrou no disco). O atravessado do samba que não saía acabou se resolvendo de outra forma ali — conta o compositor.

O fazer do samba e o ambiente que o cerca atravessa as outras canções do disco. Mais do que isso, o álbum é marcado pelo encontro que o samba celebra. “Natureza e fé” traça um inventário de amizades que Moacyr costurou ao longo de seus 60 anos. Estão ali parcerias com Hamilton de Holanda (“No baile do Almeidinha”), Martinho da Vila (“Na ginga do amor”), Teresa Cristina (a canção título), Jorge Aragão (“Samba de obá”), Fagner (“Periga” e “Samba em vão”), Luiz Carlos da Vila (“Conto de fadas”), Wilson das Neves (“Chapéu panamá”, também com Mestre Trambique), Zélia Duncan (“Gosto”) e Serjão (primeiro parceiro do compositor, que assina com ele “Jorge da Cavalaria”).

— São 40 anos de carreira, trabalhando com Aldir Blanc, depois abrindo o leque: Sereno, Martinho, Paulinho Pinheiro, Nei Lopes, Hamilton, Teresa, Zélia... Fiz o samba do Tuiuti (para o carnaval de 2018), que tornou popular a minha música, assim como “Toda hora”, com Toninho Geraes (gravada por Zeca Pagodinho). Unindo os elos, as pontas, num equilíbrio — diz Moacyr.

O compositor explica que a abertura que se dá no Samba do Trabalhador, que ele comanda semanalmente (“Levo aquilo com uma seriedade danada, respeitando a tradição mas fazendo minhas experiências com harmonias”), foi uma escola para “Natureza e fé”:

— A harmonia prevaleceu nesse disco, uma nova formação instrumental. Lutei muito pra chegar a esse ponto de ser considerado um sambista e faço um disco centrado em piano (Fernando Merlino, seu amigo do início da adolescência), baixo e bateria. E, pela primeira vez, não toco violão, deixo tudo a cargo de Carlinhos 7 Cordas.

A abrangência de que fala o artista se revela também em trabalhos sobre sua obra que saem nos próximos meses. Um é o disco de Nego Álvaro, todo com parcerias de Moacyr com Sereno. Outro é a homenagem que a Osesp faz a ele, quando tocará 14 canções suas no Memorial da América Latina, em setembro. “Unindo as pontas”, como ele mesmo diz.

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