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CELEBRITIES: 'Liga da Justiça' decepciona e filme com Sônia Braga surpreende na bilheteria americana

RIO — A considerar as críticas e a bilheteria de abertura nos EUA, "Liga da Justiça" não será o filme que vai salvar o universo DC no cinema. O longa-metragem que reúne Super-Homem, Batman, Mulher-Maravilha, Flash, Aquaman e Ciborgue arrecadou US$ 96 milhões no primeiro fim de semana de exibição na América do Norte. Um valor nada irrisório, porém 42% inferior ao do filme anterior da franquia, "Batman vs Superman: A origem da Justiça", lançado em março de 2016.

extraordinario.jpgEnquanto isso, a surpresa da semana ficou por conta de "Extraordinário", drama sobre um menino que nasce com deformações no rosto. O filme, com Julia Roberto, Owen Wilson e Sônia Braga no elenco, arrecadou US# 27,1 milhões, o triplo do esperado.

As críticas de "Extraordinário" vem sendo muito positivas (85% no Rotten Tomatoes). Dirigido por Stephen Chbosky, o filme é adaptado de uma romance infanto-juvenil de R.J. Palacio e custou US$ 20 milhões. Sônia Braga aparece em uma cena de flashback, interpretando a avó de Julia Roberts, mas não contracena com a atriz americana. “Extraordinário” estreia dia 7 de dezembro no Brasil.

MUITO ATRÁS DOS VINGADORES

Analistas esperavam uma arrecadação em torno dos US$ 110 milhões para "Liga da Justiça" — valor ainda muito distante dos recordistas na categoria. O líder "Star Wars: O despertar da Força" arrecadou US$ 247 milhões no primeiro fim de semana. Para comparar com filmes da mesma área, "Os Vingadores" fez US$ 207 milhões; "Vingadores: Era de Ultron", US$ 191 milhões; e "Capitão América: Guerra Civil", US$ 179 milhões.

Os valores preocupam diante de um filme com orçamento de US$ 400 milhões e enormes expectativas em torno de uma franquia que não consegue decolar. A esperança agora reside nos mercados internacionais (os resultados foram bons no Brasil e Coreia do Sul, mas números finais chegam apenas na terça-feira) e no boca-aboca que novamente colocará críticos e público em campos opostos.

No agregador de críticas "Rotten Tomatoes", o filme têm aprovação de apenas 40% dos críticos, mas chega a 85% do público. O site foi criticado por liberar a nota apenas em cima do lançamento, numa manobra que muitos acreditaram ser uma tentativa de esconder a avaliação negativa. A Warner Bros, estúdio por trás de "Liga da Justiça", tem 25% do Rotten Tomatoes. O site nega envolvimento do estúdio na decisão e afirma que o atraso foi uma estratégia de marketing para lançar novo produto de comentários em vídeo.

No Metacritic, outro agregador de críticas, a discrepância se repete: Nota 46 entre os críticos e 72 entre o público. Em entrevista ao "New York Times", o diretor de distribuição doméstica da Warner, Jeff Goldstein, apostou no feriado de Ação de Graças no fim de semana que vem para salvar a bilheteria do filme.

"O caminho para uma bilheteria lucrativa tem a ver com o feriado extremamente lucrativo de Ação de Graças", disse ele.

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CELEBRITIES: Coletiva reúne a produção de alunos e mestres da Oficina de Gravura do Ingá

INFOCHPDPICT000073065127RIO — Aos 88 anos, Anna Letycia já perdeu as contas de quantos artistas formou na Oficina de Gravura do Ingá, montada por ela em 1977, no Museu do Ingá, em Niterói. Uma das maiores gravadoras do país, Anna desempenhou um papel importante para a chamada Geração 80, criando um polo cultural e de troca de experiências, ao lado do Parque Lage e das oficinas do MAM. Essa história será retomada a partir do dia 25, no próprio Museu do Ingá, com a abertura da coletiva “Experimentação e método”, que celebra os 40 anos da oficina. A curadoria, assinada por Marcus Lontra e Viviane Matesco, reúne 100 obras de 50 artistas, incluindo a própria Anna e professores do local que se destacaram em outros meios, como Alair Gomes, Aluísio Carvão, Rubem Grilo e Ronaldo do Rego Macedo, além de alunos que despontaram nos anos 1980, a exemplo de Analu Cunha, Fernando Lopes, Chang Chi Chai e Beatriz Pimenta.

— Dei aula até uns cinco anos atrás, hoje fica mais difícil. Mas ainda gosto de ir, ver os alunos, as pessoas que trabalham no ateliê. Tem uma garotada que se interessa, que mistura a gravura com outras técnicas — conta Anna, que continua produzindo, mesmo longe das prensas. — A gravura dá mais trabalho, mas continuo me dedicando à pintura, às colagens. O hábito que você adquire no ateliê é difícil de perder.

É justamente a vivência do ateliê e de oficinas como a do Ingá que Marcus Lontra considera fundamental na formação dos artistas da Geração 80.

— Havia uma característica diferente em relação à geração anterior, que era mais teórica. Os artistas que surgiram durante o processo de abertura política e despontaram na década de 1980 queriam aprender na prática, em ambientes onde pudessem aprender e experimentar ao mesmo tempo, como a Oficina do Ingá ou o Parque Lage. Ter uma professora como a Anna, uma gravadora clássica, foi muito importante para trazer a estes artistas a disciplina do ateliê, a constância do trabalho — aponta Lontra, curador da icônica coletiva “Como vai você, Geração 80?”, realizada em 1984 no Parque Lage. — O título da exposição vem daí, do espaço onde era possível unir liberdade criativa à sistematização do trabalho.

Para o curador, a experiência foi importante mesmo para artistas que seguiram carreira em outras meios nas artes visuais:

— Existiam dois fatores importantes nestas oficinas. Um era o fazer coletivo, a possibilidade de aprender e criar juntos. Não por acaso, muitos dos artistas desta geração formam grupos coesos até hoje. O outro era ter um nome como a Anna Letycia à frente do projeto, o que estimulava mais alunos a participar da oficina. Foi mais ou menos o que aconteceu quando o Iberê Camargo volta a viver em Porto Alegre e isso gerou uma cena artística na cidade.

O pintor gaúcho, por sinal, foi um dos professores de Anna Letycia, que também estudou com alguns dos maiores gravadores brasileiros, como Darel Valença Lins e Oswaldo Goeldi.

— O Iberê me fazia lixar e limpar as chapas antes de começar o trabalho, ele dizia que tinha que ficar como um espelho. Ele me passou muito dessa disciplina do ateliê. O Darel, com quem aprendi gravura em metal, também era rígido. Já o Goeldi, que me ensinou xilogravura (gravura em madeira), deixava correr mais frouxo — recorda Anna. — O Darel e o Goeldi eram totalmente diferentes, deve ser por isso que se davam tão bem.

Apesar de lamentar a desvalorização da gravura em relação a obras de outros meios, Anna Letycia acredita que a tradicional técnica vai seguir atraindo artistas.

— Existe um preconceito em relação à gravura. A conservação do papel é mais delicada, ainda mais em uma cidade quente e úmida como o Rio, é mais fácil a obra ser atacada por fungos. E o valor é muito baixo, os galeristas preferem abrir mão das gravuras por outras obras mais rentáveis. Eu mesmo tive galeria especializada nos anos 1980, mas vi que não ia dar certo produzir e vender gravura — diz Anna. — Mas muitos jovens gostam das possibilidades de experimentar o que a gravura traz, tem a tecnologia digital agora... Vamos ver o que vem por aí.

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CELEBRITIES: Jeffrey Tambor deixa 'Transparent' após acusações de assédio sexual

Links assédioRIO — O ator Jeffrey Tambor, vencedor de um Globo de Ouro e dois Emmys por seu trabalho como a transexual Maura Pfefferman em "Transparent", anunciou neste domingo que está fora da série da Amazon. Na última semana, o americano de 73 anos foi acusado por duas colegas de equipe de assédio sexual.

"Fazer Maura Pfefferman em 'Transparent' foi um dos maiores privilégios e uma das maiores experiências criativas da minha vida", disse Tambor em comunicado enviado ao site da "Variety". "O que ficou claro nas últimas semanas, no entanto, é que este não é mais o trabalho que eu aceitei há quatro anos".

O ator considerou ainda que seus atos podem ter sido "mal interpretados": "Eu já deixei clara meu profundo arrependimento se alguma ação minha tenha sido mal interpretada por qualquer um como agressiva, mas a ideia de que eu assediaria deliberadamente alguém é simples e completamente falsa.

E concluiu: "Por conta da atmosfera politizada que parece ter afetado nosso set, eu não vejo como posso voltar a 'Transparent'".

Na última sexta-feira, a atriz atriz Trace Lysette, colega de elenco de Tambor na série da Amazon, foi a segunda mulher a acusá-lo de assédio. Em entrevista ao "Hollywood Reporter", ela, que vive a personagem Shea, alegou que o ator teria se portado de maneira inapropriada no set de filmagens do programa.

"Ele apareceu e falou para mim: 'Meu Deus, Trace. Quero te atacar sexualmente", explicou ela. O ator, então, teria colocado seus pés sobre os dela, impossibilitanto os movimentos da moça. "Ele se inclinou em cima de mim, foi muito rápido, ele se atirou de um lado para o outro contra o meu corpo. Senti seu pênis no meu quadril", disse a atriz.49521411_SC - Série Transparent.jpg

Trace também descreveu outras situações desconfortáveis. Entre elas um episódio em que Tambor teria tentado beijá-la sem sua permissão.

Enquanto atuou em "Transparent", Trace dividiu a casa com a assistente Van Barnes. As duas mulheres compartilham duas coinciências: elas são transgênero e ambas foram assediadas por Tambor. Na época em que trabalhava na série, Barnes entrou em um acordo com Tambor para não discutir sobre o caso. Trace, no entanto, abriu o jogo pela amiga.

"Ela chegava em casa destruída e estressada. Vi que ele a botava para baixo. Na maioria das vezes, ela guardava esse sentimento para si mesma", explicou a atriz, que levou ambos os casos para os produtores de "Transparent", mas nada foi feito.

Sobre as alegações de assédio contra Jeffrey Tambor, um representante da Amazon afirmou que os casos serão discutidos em uma conversa entre a equipe do programa.

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